Em resumo
O plano de saúde cobre o atendimento e o tratamento do AVC (acidente vascular cerebral) dentro da cobertura contratada e do rol de procedimentos da ANS. Diante de sinais como fraqueza em um lado do corpo, dor de cabeça súbita ou dificuldade para falar, procure na hora o pronto-socorro da rede do seu plano em Jundiaí.
A Administração Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regula as especificações dos operadores de saúde e determina que o plano de saúde Jundiaí possa determinar as doenças a serem cobertas, mas não pode determinar o tipo de tratamento usado para curar a doença. Conheça o tratamento do AVC pelo plano de saúde!
Conheça o tratamento do AVC pelo plano de saúde

O acidente vascular cerebral pode ocorrer de duas maneiras. Pode ser isquêmica, causada por uma ruptura espontânea (ou seja, não traumática) dos vasos sanguíneos, que faz com que o sangue vaze para o cérebro (sangramento), resultando em uma diminuição súbita ou obstrução ou sangramento nas artérias cerebrais das artérias cerebrais), Sistema ventricular (hemorragia intraventricular) e / ou espaço subaracnóideo (hemorragia subaracnóidea).
Alguns sinais geralmente aparecem antes de um derrame, e quanto mais cedo um derrame for detectado, menos danos ele causará ao cérebro.
Se houver um súbito aparecimento de um desses sintomas, vá ou peça para ir ao pronto-socorro do seu plano de saúde o mais rápido possível, pois nesse caso, cada segundo pode significar a diferença entre a gravidade das sequelas ou até a morte.
Verifique e observe a hora em que o primeiro sintoma aparece e peça ao médico para fazê-lo na primeira consulta.
Sintomas e grupos de riscos
Dentro de quatro a cinco horas, o medicamento ainda é capaz de dissolver o coágulo formado no caso de acidente vascular cerebral isquêmico, reduzindo assim o risco de sequelas. AVC isquêmico é o tipo mais comum.
Dor de cabeça súbita e grave sem causa óbvia; Mudanças na visão (um ou dois olhos); Fraqueza ou formigamento no rosto, braços ou pernas, especialmente em um lado do corpo; Confusão, barreira linguística ou compreensão; Alterações no equilíbrio, coordenação dos movimentos, tonturas ou alterações na marcha.
Preste atenção aos fatores de risco que levam a ataques de AVC, que podem reduzir a probabilidade de ocorrência e melhorar a qualidade de vida. Embora isso possa acontecer com qualquer idade e qualquer pessoa, os fatores de risco associados ao acidente vascular cerebral são:
Idade e sexo até crianças e até recém-nascidos podem sofrer um derrame, mas sua incidência aumenta com a idade. As pessoas são do sexo masculino e têm maior probabilidade de desenvolver um derrame.
Doenças cardíacas – todas, mas principalmente as cardíacas que causam arritmia: fluxo sanguíneo irregular e formação de coágulos sanguíneos no coração, que podem atingir a circulação dos vasos sanguíneos no cérebro, reduzindo o fluxo sanguíneo e causando derrame
Fumar – Fumar está relacionado ao derrame, mesmo que a quantidade de fumo seja pequena. Os produtos químicos tóxicos presentes nos cigarros entram no sangue pelos pulmões, afetam todas as células e causam várias alterações no sistema circulatório entre outros.
Saiba mais
Prevenir o AVC é muito mais fácil do que reparar seus danos. Se você tiver algum desses fatores de risco, consulte o médico do seu plano de saúde e inicie o tratamento para minimizá-lo. Não se esqueça de realizar exames preventivos regularmente. Os exames físicos são essenciais para manter a saúde.
Não confie na sorte do sistema público de saúde para obter a qualidade de vida que você merece. Converse com um vendedor profissional para descobrir como é fácil e barato desenvolver um plano de saúde em Jundiaí completo para o seu perfil pessoal.
Perguntas frequentes sobre o tratamento do AVC pelo plano de saúde
O plano de saúde cobre o tratamento do AVC?
Sim. O AVC é uma condição coberta pelos planos de saúde regulamentados, e o atendimento segue a segmentação contratada (ambulatorial, hospitalar ou as duas) e o rol de procedimentos da ANS, que é a cobertura mínima obrigatória. Segundo esta página, o plano define as doenças cobertas, mas não pode escolher o tipo de tratamento indicado pelo médico.
Posso usar o plano de saúde em caso de AVC se ainda estou na carência?
O AVC é uma emergência. Pelas regras da ANS e da Lei 9.656/1998, a carência máxima para urgência e emergência é de 24 horas após a contratação. Os detalhes do atendimento durante as demais carências dependem do contrato e da segmentação do plano, por isso vale conferir essas regras com a operadora ou com o corretor.
Quais sinais de AVC indicam que é preciso ir ao pronto-socorro?
Os sinais citados neste artigo são dor de cabeça súbita e forte sem causa aparente, mudança na visão, fraqueza ou formigamento no rosto, nos braços ou nas pernas, principalmente de um lado do corpo, confusão ou dificuldade para falar e alteração de equilíbrio. Diante deles, procure atendimento de emergência imediatamente e anote a hora do primeiro sintoma.
Como o plano de saúde ajuda a prevenir o AVC?
O plano dá acesso a consultas e exames preventivos regulares, que ajudam a acompanhar fatores de risco citados neste artigo, como doenças cardíacas e tabagismo. Quem tem algum desses fatores deve conversar com um médico da rede credenciada para definir o acompanhamento adequado. A orientação sobre prevenção e tratamento é sempre do médico.
Fontes: ANS, Lei 9.656/1998.
Conteúdo informativo. Não substitui a consulta com um profissional de saúde.
